Depois de ter pegado fogo a Gaia, Menezes quer levar o inferno para o Porto


A Câmara Municipal de Gaia está endividada até às orelhas; será talvez a autarquia mais endividada do país. Não contente com a sua gestão danosa, Luís Filipe Menezes pretende agora levar o inferno da dívida para o Porto.

“O autarca de Gaia e ex-líder do PSD Luís Filipe Menezes considerou hoje a cidade do Porto “muito apetitosa para Portugal” e que “precisa de uma liderança muito forte” depois de concluído o actual mandato. “

Porto é “muito apetitoso” e precisa de “liderança forte”

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Luís Filipe Menezes contra o povo de Gaia

As paragens cobertas dos STCP desapareceram

Se o(a) leitor(a) já reparou, as paragens cobertas dos STCP foram retiradas da cidade, porque Luís Filipe Meneses exige o pagamento, por parte dos STCP, de somas avultadíssimas pela ocupação dos passeios das rua de Gaia.

Esta é mais uma filha-da-putice deste presidente da Câmara Municipal de Gaia contra o povo da cidade, a somar a tantas outras negociatas ilegais e corrupção generalizada, como foi o caso do corte de uma árvore secular na Rua Augusto Gomes.

A megalomania do presidente bipolar


A notícia é dos jornais. A Câmara Municipal de V. N. de Gaia planeia a construção de outras duas pontes estabelecendo a ligação com o Porto. Uma, mais a montante, de Oliveira do Douro para o Freixo; a segunda, em plena zona ribeirinha, a permitir o acesso do Cais do Cavaco para Massarelos – entalada entre a de D. Luis e a da Arrábida…

«Do lado de cá, a edilidade não se mostra entusiasmada com o projecto. Cinco e dois são sete e o Porto não é Paris nem Roma nem Londres. Vivemos a apertar o cinto. Na AR, o PSD vem afincadamente criticando a megalomania do TGV e do novo aeroporto lisboeta. (

Cinco – esclareço – é o somatório das actuais pontes rodo-ferroviárias a atravessar o Douro na sua recta final).

Mas a Câmara de Gaia não se atrapalha e tem porta-vozes. A Imprensa explica tudo: daqui a dois anos e meio, sendo então (presumem eles) edil-mor do Porto Luis Filipe Meneses, o sonho tornar-se-á realidade. Um simples compasso de espera, portanto.

Traduzindo: Rui Rio, Presidente da Câmara do Porto, confrontado com a ideia, mandou tivessem juizo – olhassem para o que sobra do País. As conversações acabaram aí, obviamente. Ou melhor: ficaram em banho-maria. Até que surja a dita sucessão na administração deste município. Segundo os optimistas autarcas de Gaia, lá para 2014.

Enfim: descaradamente – em termos politicos – um negócio com o próprio. Meneses delineia-o na margem sul e outorgará mais tarde, em representação da margem norte.

Só acrescentaria – talvez quando Rio participar no Governo desta miserável República, assim continuando a tolher dispensáveis dispêndios. Porque o que é – é, seja para o PS, seja para o PSD.»

via Cinco pontes. Sete pontes? – Corta-fitas.